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Arquitetura

A primeira vista parece uma pergunta bem simples, mas que revela uma contradição pouco discutida dentro do mercado. 


A expressão “arquitetura autoral” surge com frequência em campanhas de marketing, books de venda e anúncios de incorporadoras, quase sempre associada a projetos considerados especiais ou assinados por nomes reconhecidos.

 

No entanto, ao tratar a autoria como diferencial, acaba-se sugerindo, ainda que indiretamente, que existem projetos que não são autorais.


Todo projeto, porém, seja ele bom ou ruim, original ou não, é resultado de decisões. 

 

Independentemente de sua escala ou linguagem, sempre há alguém interpretando condicionantes, organizando o espaço e assumindo responsabilidade técnica.

 

Mesmo um empreendimento baseado em tipologia repetida envolve escolhas sobre implantação no terreno, leitura da legislação, adequação ao orçamento, definição de fluxos, fachada e volumetria. Nada disso se resolve sozinho. 


Alguém precisa estudar o contexto e definir caminhos, e essa tarefa, por si só, já é de um ou mais autores. É isso que discutiremos no blog de hoje! Leia abaixo:

A associação entre autoria e prestígio

De modo geral, a autoria de um projeto de arquitetura e urbanismo está ligada à responsabilidade pelas decisões que moldam o espaço. Ela não é sinônimo de qualidade ou de estilo.

 

A associação entre autoria e prestígio acaba criando uma leitura equivocada, como se apenas determinadas obras merecessem esse reconhecimento. 


Uma arquitetura admirável é autoral. Uma arquitetura questionável também é. Em ambos os casos houve intenção e assinatura técnica.

 

O debate gira em torno de como o mercado reconhece ou omite essa autoria.

 

Toda arquitetura tem autor

 

Quando o mercado utiliza o termo apenas para valorizar determinados empreendimentos, reforça a ideia de que haveria projetos neutros ou impessoais, e isso não corresponde à realidade da prática da profissão.


Toda arquitetura é autoral. O que varia é o grau de visibilidade que se decide conceder a quem a concebeu.

 

Quando o projeto passa a ser tratado apenas como produto, a arquitetura deixa de ser estratégica, humana e artisticamente relevante, fazendo com que o arquiteto vire um mero executor técnico. 

 

Mesmo em condomínios residenciais que replicam uma planta padrão sem considerar a orientação solar específica do terreno ou um projeto logístico que ignora fluxos reais de operação para seguir um modelo já aplicado anteriormente, que pode ter funcionado em um contexto, mas em outro não, ou até mesmo em um projeto onde não há uma identidade marcante/assinatura estética, é inegável, há autoria, existe um autor, aliás na grande maioria das vezes o projeto é realizado por vários autores, mesmo que às vezes apenas um deles assine como responsável técnico oficial. 

 

“Todos somos autores do que fazemos, serve para qualquer arte ou ofício.” – Lucas Passold, Co-fundador e Diretor Criativo do CO STUDIO.

 

Então, no fim, a pergunta que deveria ser feita não é se a arquitetura é autoral, porque ela sempre é, mas sim: por que, em alguns contextos, ela não é creditada?  E como podemos garantir que ela seja?

 

O reconhecimento da autoria no mercado

 

É necessário que o mercado compreenda essa dimensão, pois todo projeto de arquitetura e urbanismo, independentemente de sua escala, envolve complexidade técnica, responsabilidade e tomada de decisões que impactam diretamente o espaço construído. Reconhecer a autoria é, portanto, reconhecer esse processo e valorizar a profissão do arquiteto e urbanista em sua essência.

Seja sempre indicando os autores nas fichas técnicas dos projetos (veja alguns exemplos de como fazemos no CO STUDIO!), seja destacando os responsáveis em materiais institucionais, de divulgação etc.

 

Nossa preocupação geral com este tema diz muito sobre o tipo de cidade e de mercado que estamos construindo. Basta pensar nos desafios da área, sejam eles sobre a rotina intensa de trabalho ou em última escala, sobre a paisagem da cidade que se repete com pouca conexão ao contexto.

 

Parece uma frase simples mas que por trás, expressa como o profissional é visto e valorizado.

 

👉E você, quando olha para um projeto, vê só o resultado final ou percebe que sempre existem várias pessoas por trás das decisões que deram forma a ele?

 

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Arquitetura

Você já entendeu que avançar sem um estudo de viabilidade arquitetônico é um erro que compromete o futuro do seu empreendimento. Mas qual é o real impacto financeiro dessa decisão? Como um estudo bem conduzido pode antecipar escolhas, reduzir riscos e, sobretudo, aumentar o retorno do seu investimento?

 

Nesse contexto, hoje iremos aprofundar o tema do nosso último blog para entender o papel do estudo de viabilidade como uma ferramenta de antecipação de decisões estratégicas que influenciam diretamente o VGV (Valor Geral de Vendas) e o ROI (Retorno sobre o Investimento).

 

Onde a maioria das análises para e porque isso é insuficiente

 

Um erro comum é entender o estudo de viabilidade apenas como um filtro técnico para saber se é possível construir algo no terreno. Na prática, é verdade, mas isso é uma compreensão rasa.

 

Um bom estudo de viabilidade vai além: ele deve ser um instrumento que orienta as decisões que moldam o produto imobiliário, antes de qualquer projeto arquitetônico.

 

Sem esse aprofundamento, incorporadoras podem:
• escolher uma tipologia que não dialogue com o mercado real;
• superestimar o potencial de vendas;
• subestimar custos inerentes à implantação;
• não antecipar limitações legais que impactam diretamente o valor final.

 

Por consequência, isso impacta não apenas o risco técnico, mas o retorno financeiro esperado do empreendimento.

 

Decisões antecipadas que influenciam o VGV

 

O Valor Geral de Vendas não nasce no lançamento, ele nasce na qualidade das decisões iniciais.
Quando o estudo de viabilidade considera mercado, tipologia, programa e potencial construtivo, ele começa a modelar o produto imobiliário de maneira mais eficiente.

 

Portanto, essas são as decisões que podem aumentar o VGV desde o início:

.Definição da tipologia ideal para o perfil de demanda real;
.Dimensionamento inteligente das áreas privativas e comuns;
.Ajuste de programa conforme potencial de valorização;
.Estratégias para maximizar área vendável dentro dos limites urbanísticos;
.Uso de incentivos onde aplicável.

 

Com base nessas análises preliminares, o VGV deixa de ser uma projeção otimista e passa a ser uma estimativa sólida e realista baseada em dados e parâmetros técnicos reais.

 

Decisões antecipadas que influenciam o ROI

 

Já o retorno sobre o investimento é uma função de custo, tempo, desenho e risco. Tudo isso pode ser antecipado com um estudo de viabilidade robusto.

 

Dessa maneira, os aspectos que influenciam diretamente o ROI são:

.Custos de implantação e execução realistas;
.Racionalização do projeto para evitar retrabalhos;
.Ações que reduzem etapas onerosas no processo construtivo;
.Mitigação de riscos legais e técnicos antes da compra ou aprovação;
.Ajustes de programa para melhorar desempenho comercial.

 

Sendo assim, a diferença entre filtrar viabilidade e usar o estudo como motor de decisão é baseada em:


Filtro:
“Posso ou não posso construir?”
Motor de decisão:
“Como eu construo este empreendimento para gerar o maior VGV e ROI possíveis?”

 

O papel do escritório de arquitetura na antecipação de decisões

 

Entretanto, um estudo de viabilidade realmente estratégico exige mais do que domínio técnico: ele exige visão integrada de projeto, mercado, urbanismo e legislação.

 

Dessa forma, é o escritório de arquitetura que:

• cruza dados técnicos com diretrizes de projeto;
• transforma condicionantes legais em decisões de produto;
• integra estratégia de uso do terreno com custo e mercado;
• orienta as escolhas que impactam diretamente na performance financeira.

 

Por isso, ter um escritório desde o início não é luxo, é decisão estratégica. No CO STUDIO, o estudo de viabilidade arquitetônico é tratado dessa forma. 

 

Nossa abordagem inclui:

• análise urbanística detalhada
• leitura arquitetônica do programa
• avaliação de mercado e produto imobiliário
• diretrizes de implantação e volumetria com visão de VGV
• leituras de custo e decisão de projeto orientadas ao ROI

 

👉 Quer garantir que seu próximo empreendimento seja decidido com clareza e performance real?

Entre em contato conosco pelos canais abaixo e descubra como o estudo de viabilidade arquitetônico pode ser o motor de estratégia ideal.

 

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Arquitetura

Todo terreno parece uma oportunidade. No entanto, nem todo é. E é justamente nesse ponto que muitos empreendimentos começam a perder valor antes mesmo de existir.

 

Em geral, a empolgação com uma área bem localizada ou com uma ideia promissora acelera decisões.

 

Porém, o problema surge quando tempo, dinheiro e energia são direcionados sem a confirmação técnica de que o projeto realmente se sustenta. Nesses casos, projetar sem viabilidade custa caro e, em muitos cenários, o prejuízo aparece quando já não há espaço para voltar atrás.

 

O investimento começa na decisão, não na obra

 

O estudo de viabilidade é a etapa que transforma expectativa em estratégia. É nesse momento que o investidor responde à pergunta essencial: vale a pena construir aqui?

 

Além disso, o estudo de viabilidade não se limita à verificação de índices urbanísticos. Ele também avalia se o uso pretendido é adequado, se a implantação funciona, se o programa dialoga com o terreno e se o potencial construtivo justifica o investimento previsto.

 

Dessa forma, a análise protege recursos e direciona decisões com base técnica, não em suposições.

 

Por que o estudo de viabilidade exige um escritório de arquitetura

 

O estudo de viabilidade não funciona como um documento isolado. Ele exige leitura urbana, domínio da legislação, entendimento técnico e visão espacial integrada.

 

Nesse contexto, o escritório de arquitetura conecta essas camadas e traduz dados em cenários reais de decisão. A partir desse material, a equipe confirma limites, identifica oportunidades e, quando necessário, ajusta ou interrompe o processo antes que ele se torne oneroso.

 

Economia real de tempo, dinheiro e energia

 

Um estudo de viabilidade bem conduzido evita:

 

  • Investimentos em terrenos com restrições críticas;

  • Projetos incompatíveis com legislação ou implantação;

  • Retrabalhos nas fases iniciais;

  • Custos desnecessários em etapas que poderiam ser antecipadas;


Confirmar a viabilidade é uma forma inteligente de proteger o capital e garantir consistência ao empreendimento desde o início.

 

Como o CO STUDIO entrega estudos de viabilidade

 

No CO STUDIO, o estudo de viabilidade é tratado como ferramenta estratégica de decisão. Atuamos junto a investidores e incorporadoras entregando:

 

  • Avaliação técnica e normativa (gabarito, taxa de ocupação, coeficiente)

  • Simulações volumétricas para análise de viabilidade

  • Cenários de implantação para estudo de produto ideal

 

Por exemplo, para um terreno de 800 m² na zona AMC 4.5 de Florianópolis, o estudo pode definir o mix adequado entre apartamentos compactos e studios, considerando público e entorno.

 

Ou seja, entregamos clareza para que o cliente decida com segurança se deve avançar, ajustar a estratégia ou redirecionar o investimento.

 

Decidir bem também é projetar

 

Sendo assim, empreendimentos bem-sucedidos começam com decisões bem fundamentadas. Antes da obra, do cronograma e da execução, existe um momento decisivo.

 

👉Portanto, antes de investir milhões, invista em certeza. Vale a pena construir? Entre em contato, nós sabemos responder essa pergunta!

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Arquitetura

Você já entrou em um edifício procurando um setor ou um atendimento específico e, sem perceber, soube exatamente para onde ir? Isso é a sinalização e a comunicação funcionando bem.

 

Assim, a comunicação visual é o primeiro contato entre as pessoas e o espaço. Antes mesmo de ler uma placa, o olhar busca referências, cores, ícones, fluxos. E quando tudo está no lugar certo, o percurso se torna intuitivo e agradável.

 

Entrar em um edifício seja corporativo, residencial, hospitalar ou comercial é, antes de tudo, uma experiência e toda experiência depende da clareza com que o espaço se comunica para orientar e reforçar a identidade de quem ocupa o espaço. Afinal, não se trata apenas de indicar caminhos, mas de projetar uma linguagem visual que traduza a essência do lugar.

 

Comunicação visual e sinalização

 

Entretanto, a comunicação visual e a sinalização não são sinônimos e cada uma cumpre um papel específico dentro do espaço.

 

Comunicação visual


Refere-se ao conjunto de elementos gráficos que expressam a identidade de um ambiente. Cores, tipografia, ícones e materiais formam um sistema que traduz conceitos e reforça a marca.

 

Em edifícios, pode aparecer em murais, números, letreiros, painéis e até em pequenos detalhes que orientam o olhar e criam coerência estética.

 

Sinalização

É o sistema que organiza e orienta a circulação das pessoas. Envolve o posicionamento das informações, a hierarquia visual e a clareza das mensagens.

 

Cada elemento tem a função de responder perguntas fundamentais: onde estou, para onde devo ir e como chego até lá?

 

Um bom sistema de sinalização mantém a fluidez dos percursos, reduz ruídos visuais e contribui para uma experiência mais intuitiva.

 

Quando o design da comunicação visual e a sinalização atuam de forma integrada à arquitetura desde o início, o resultado é uma experiência completa: o usuário se orienta com facilidade e percebe, em cada detalhe, a identidade do espaço.

 

Como pensar um bom projeto de sinalização

 

Em síntese, um projeto de sinalização bem desenvolvido equilibra 3 pontos principais: legibilidade, estética e propósito e deve:

 

  • Guiar fluxos com lógica e clareza;
  • Refletir a identidade da marca ou instituição;
  • Dialogar com a arquitetura, valorizando materiais, texturas e iluminação;
  • Garantir acessibilidade, respeitando normas e conforto visual;
  • Criar unidade, reforçando a percepção de ordem e cuidado.

Por exemplo:
Em edifícios residenciais, a sinalização cria proximidade, em corporativos, a sinalização pode falar sobre profissionalismo; em espaços educacionais, sobre acolhimento e orientação e em ambientes hospitalares, sobre tranquilidade e confiança. Já reparou como em maternidades as cores são mais claras e os traços mesmo que objetivos são mais lúdicos? É isso!

 

Portanto, lembre-se: cada contexto exige um olhar de design específico e isto diferencia um sistema genérico de um projeto de comunicação visual inteligente.

 

A essência CO STUDIO

 

No CO STUDIO, cada projeto nasce da cocriação, ou seja, antes de desenhar, escutamos e, antes de propor, entendemos. Nosso processo é colaborativo e começa nas etapas iniciais de viabilidade, evoluindo até a definição da comunicação visual e da sinalização do espaço.

 

Assim, essa abordagem integrada garante que arquitetura, design e informação falem a mesma língua, formando um conjunto coerente, funcional e cheio de identidade.

Portanto, em cada projeto, buscamos:

  • Criar sistemas visuais personalizados, alinhados à marca e à arquitetura;
  • Integrar a comunicação aos materiais, texturas e acabamentos;
  • Coordenar fornecedores e execução de forma técnica e estética;
Entregar consistência visual e funcional em todo o edifício.


Dessa forma, os resultados falam por si só. Espaços que orientam, acolhem e traduzem a essência de quem os ocupa. Ficou curioso? Confira nossos projetos e veja isso na prática!


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Arquitetura

Por muito tempo, o imaginário coletivo reduziu o espaço logístico a uma imagem básica: galpões cinzentos, repetitivos, erguidos sem cuidado estético ou estratégia. Eram caixas funcionais, sem vida, destinadas apenas a armazenar mercadorias. 

O cenário, no entanto, mudou. O crescimento do e-commerce, a exigência por entregas rápidas e o redesenho das cadeias de suprimento colocaram os condomínios logísticos no centro da estratégia de grandes empresas. Assim, abriu-se espaço para uma arquitetura inteligente, inovadora, responsável e lógica.


A pergunta é:
você ainda vai tratá-los como depósitos, ou já enxerga o potencial de um ativo que movimenta negócios e cidades? Abaixo, trazemos alguns insights para te ajudar a responder essa pergunta.

Por que investir em condomínios logísticos?

Já sabemos que eles deixaram de ser apenas lugares de guarda para se tornarem hubs de inteligência e crescimento. Mas, além disso, oferecem vantagens como:

  1. Eficiência operacional: empresas reunidas em um mesmo complexo compartilham serviços, reduzem custos e ganham em segurança.

  2. Flexibilidade para expansão: estruturas modulares acompanham o ritmo dos negócios, permitindo crescer sem necessidade de novos terrenos.

  3. Localização estratégica: a proximidade de rodovias, portos e centros urbanos acelera fluxos e garante competitividade.

  4. Valorização imobiliária: diferente do galpão isolado, o condomínio é um investimento de longo prazo, com maior liquidez no mercado.

  5. Sustentabilidade integrada: energia limpa, reaproveitamento de água, conforto ambiental e certificações verdes não são luxo: são exigência.


Desse modo, investir em condomínios logísticos é apostar em eficiência, competitividade e valorização de longo prazo.

O papel da arquitetura: do galpão ao ativo estratégico

Projetar um condomínio logístico, portanto, não é apenas erguer caixas gigantes: é criar inteligência espacial. Nesse sentido, a arquitetura é decisiva para transformar depósitos em ativos estratégicos, por meio de:

  • Fluxos inteligentes: organizar acessos, cargas e descargas para eliminar gargalos e reduzir custos de operação.

  • Escala humana: criar áreas de convivência, iluminação natural e ventilação que impactam diretamente na produtividade dos trabalhadores.

  • Inovação estética e técnica: aplicar materiais, sistemas construtivos e soluções de fachada que transmitam modernidade e reforcem a marca do empreendimento.

  • Integração urbana: transformar o condomínio em um vizinho responsável, que respeita a cidade e se conecta com seu entorno.

  • Sustentabilidade como regra: certificações ambientais, painéis solares, gestão eficiente de resíduos e infraestrutura verde.

  •  
  • Assim sendo, cada metro quadrado deve ser pensado para armazenar mercadorias, mas também para gerar valor, eficiência e identidade.

Navepark: arquitetura que traduz estratégia

Um bom exemplo dessa nova lógica é o Projeto Navepark, complexo multi logístico em Navegantes (SC). Localizado em um ponto estratégico da BR-101, ele conecta fluxos, negócios e pessoas.



O projeto das áreas comuns, desenvolvido pelo CO STUDIO a partir de um masterplan existente, reforça essa virada de chave. Desde o pórtico de acesso, que assume protagonismo e identidade de marca, até o centro administrativo com auditório, salas de reunião e áreas de convivência, tudo foi planejado para unir eficiência e identidade.




Além disso, os espaços de lazer e integração mostram que produtividade e qualidade espacial podem caminhar lado a lado.
Logo, o Navepark é uma referência de como a arquitetura transforma um condomínio em ativo estratégico, somando valor econômico, urbano e humano.

Em resumo, condomínios logísticos vão muito além de simples galpões. Por isso, a arquitetura é a aliada essencial para transformar espaços em ativos estratégicos que fortalecem empresas e cidades.

Quem encara esses locais apenas como depósitos perde oportunidades. Em contrapartida, quem entende seu potencial competitivo e conta com projetos inteligentes, ganha duas vezes.

👉 Quer transformar seu condomínio logístico em um ativo estratégico que une eficiência, inovação e identidade de marca?
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Arquitetura, Design

Falar em “impacto positivo” costuma soar como slogan, não é? A expressão aparece diversas vezes em apresentações, reuniões etc. Mas a verdade é que poucos projetos realmente devolvem à cidade o que ocupam dela.

Portanto, não se trata de apenas construir uma “fachada ativa” ou plantar algumas árvores ao redor de um edifício. O impacto urbano real acontece quando um projeto produz novas relações sociais, culturais e espaciais: quando deixa de ser um objeto isolado e passa a atuar como parte de uma rede viva.

> Pode ser um acesso que encurta caminhos.
> Pode ser um espaço público inesperado.
> Ou até uma sombra generosa que vira ponto de encontro.

Afinal, são estes gestos que, para a cidade (e para as pessoas), fazem diferença todos os dias.

 

Arquitetura como infraestrutura social

 

Edifícios residenciais e comerciais não são neutros. Eles podem criar muros invisíveis ou gerar pontos de atrito fértil. Pequenos dispositivos espaciais funcionam como infraestruturas sociais, ativando o cotidiano urbano de formas que políticas públicas nem sempre conseguem alcançar.

Por exemplo, um térreo que se abre para abrigar uma feira local semanal, movimenta a economia de pequenos produtores e fortalece o senso de pertencimento. Uma marquise projetada para o pedestre pode parecer detalhe, mas vira abrigo em dias de chuva. O contrário também acontece: plantar árvores sem pensar no microclima do bairro ou prever uma praça sem diálogo com os usos do entorno resulta em espaços cenográficos, bonitos no papel, mas vazios de vida.

 

Exemplo real

 

Uma antiga quadra de esportes da abandonada escola Antonieta de Barros, no centro histórico de Florianópolis, estava sendo usada como estacionamento para carros. Fomos chamados para realizar um projeto de apropriação desse espaço, transformando-o futuramente em uma praça para a cidade. 


O primeiro desafio foi usar o projeto como ferramenta para buscar apoios e conseguir retirar os carros do lugar. Assim, projetamos um conceito de praça experimental, em que intervenções efêmeras de espaço público pudessem acontecer ao longo do tempo.

Criamos uma identidade visual e o nome Square Lab, ou Praça Laboratório (Veja mais sobre o projeto aqui!), e aplicamos esse conceito em um projeto piloto, para que os clientes pudessem buscar apoio na ideia.

Arquitetonicamente, aplicamos o conceito “temporário” com mobiliários soltos, móveis e simples, e que pudessem mudar de lugar, formando ambientes conforme a interação dos usuários e os eventos que estejam acontecendo. Contrastando com o aspecto cinzento do centro histórico, aplicamos as cores da marca nos mobiliários e em uma extensa pintura realizada pelo artista Rodrigo Level.


A praça ainda está em processo de reforma, mas com esse projeto já foram realizados eventos e shows experimentais para testar o uso do espaço pelas pessoas. Conseguimos liberar o estacionamento e aplicar uma grande arte pública no piso. Também chamamos a comunidade local para participar e darem suas ideias em uma oficina criativa que nos deu frutos para melhorar o projeto até seu mobiliário final ser instalado. Anos após o projeto, finalmente conseguimos que a prefeitura de Florianópolis reformasse o espaço, fazendo parte da recuperação da Escola Antonieta de Barros ao lado, que será transformada em Museu. 

 

Atenção aos detalhes

 

O processo para isso, no entanto, não segue uma receita padrão, exige atenção em observar todo o contexto, os ritmos locais, as rotas informais, as práticas de quem já habita aquele espaço. Um banco pode nascer do pedido de um morador idoso que sempre espera o ônibus ali ou um recuo pode se transformar em extensão da calçada, onde jovens improvisam atividades.

É a partir dos detalhes, aparentemente pequenos, que determinam se o projeto vai ou não se integrar à cidade.

Para ajudar nesse processo, separamos algumas dicas simples do que considerar:

  1. Olhar para o entorno: o que acontece na borda do terreno? Ali pode estar a oportunidade de criar um espaço de encontro em vez de um limite rígido.
  2. Trabalhar com fluxos reais: mapear trajetos improvisados, os famosos “caminhos de desejo”, pode orientar passagens que realmente serão usadas.
  3. Criar usos híbridos: espaços que funcionam em diferentes horários (manhã, tarde, noite) têm mais chance de se manter vivos.
  4. Projetar para o imprevisível: nem tudo precisa estar definido no papel. Deixar áreas flexíveis abre espaço para apropriações espontâneas pela comunidade.
  5. Pensar no tempo longo: O impacto não se mede na inauguração, mas nos próximos anos, como o lugar se transforma junto com o bairro.

Claro, a arquitetura não transforma cidades sozinha, mas quando um projeto se abre para o entorno, oferece pequenas gentilezas e cria espaços de encontro, ele planta sementes de uma cidade mais generosa. E afinal de contas, o impacto urbano positivo é isso: a soma de gestos discretos que, juntos, mudam a forma como vivemos o espaço coletivo.

👉 E você, como imagina que suas ideias podem devolver algo à comunidade? Compartilhe sua opinião conosco nas nossas redes:

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Arquitetura

Como você imagina o futuro nos próximos 50 anos? Com o turbilhão de inovações e velocidade de informação que estão transformando o mundo, pode ser difícil projetar o futuro, mas devemos. A vida útil de um edifício residencial é de 50 a 100 anos. Se projetarmos edificações para atender apenas às necessidades atuais, construiremos edifícios fadados à obsolescência.

Confira 5 tendências e ideias que irão moldar o cenário arquitetônico nos próximos anos:


1. Sustentabilidade 

A indústria da construção civil impacta significativamente na sustentabilidade do planeta. Isso se deve ao consumo de recursos naturais, alta demanda energética para produção e operação, alta geração de resíduos e alta emissão de CO₂. Segundo a ONU, para alcançarmos a neutralidade climática até 2050 (daqui a 26 anos, ou seja, cerca de metade da vida útil de um edifício construído hoje), as emissões diretas de CO₂ devem ser reduzidas pela metade de 2020 a 2030.

Os dados atuais mostram que, embora tenha havido avanços e algumas reduções, o setor da construção civil ainda enfrenta desafios significativos para alcançar as metas globais. 

Por isso que a arquitetura sustentável será cada vez mais uma prioridade, assim como tudo que mitigar os impactos citados acima. Veremos mais edifícios projetados com eficiência energética, materiais de baixo impacto ambiental, sistemas de captação de água da chuva, integração de painéis solares, ventilação natural, entre outras tecnologias que ainda virão.


2. Espaços flexíveis e adaptáveis

Assim como os ambientes impactam as pessoas que o utilizam, estas também impactam os ambientes. As rápidas transformações do mundo refletem em nossos estilos de vida, hábitos e escolhas, que por consequência alteram o espaço. Com a imprevisibilidade de transformações, quanto maior a possibilidade de adaptação de um edifício, maior será sua vida útil e, portanto, mais sustentável também, já que reduz a necessidade de reformas, demolições e reconstruções.

Projetar edifícios que se adaptarão às necessidades dos usuários certamente permanecerão atuais por mais tempo. Além de um desenho arquitetônico que permita personalização, elementos deslizantes e dobráveis, mobiliários versáteis e iluminação ajustável também proporcionam flexibilidade.

Espaços flexíveis permitirão que uma sala de estar se transforme em home office ou área de lazer conforme a demanda, por exemplo.

Além disso, viabiliza a venda dos imóveis: no lançamento, para quem adquire com a finalidade de alugar, para o(a) proprietário(a) que em algum momento irá revender. Todos ganham.


3. Tecnologias integradas

Diante da velocidade que inovação e tecnologias estão se desenvolvendo, como garantir que um edifício continue se atualizando pelo maior tempo possível durante sua vida útil? Há e provavelmente ainda haverá diversas possibilidades, mas uma delas é prever uma boa infraestrutura de automação, isso permitirá que o edifício continue se atualizando com as novas tecnologias, aumentando sua vida útil.

Hoje já é possível projetar ambientes inteligentes que ajustam automaticamente a iluminação, a temperatura e os sistemas de segurança com base nos padrões de uso e nas preferências dos moradores. Além disso, a Internet das Coisas (IoT) permite que os dispositivos se comuniquem entre si, otimizando o conforto e a eficiência. E a automação residencial continua evoluindo, edifícios projetados hoje devem estar preparados para essas e as próximas inovações.

 
4. Design baseado no bem-estar e integração com a natureza

Um ser humano adulto vive de 80% a 90% do seu tempo em ambientes fechados. Na pandemia esse tempo aumentou, o isolamento tornou mais claro o quanto os ambientes afetam a saúde física, mental e emocional de quem vive neles. Lugares inadequados podem gerar um conjunto de doenças que a OMS definiu como Síndrome do Edifício Doente (SBS)

Nos próximos anos, o foco em bem-estar será central, por isso técnicas como Design Biofílico, Neuroarquitetura, Arquitetura Saudável, entre outras, serão cada vez mais aplicadas em projetos. Essas técnicas incluem aproveitamento da luz natural, ventilação adequada, materiais não tóxicos, integração com a natureza, entre outras formas de proporcionar saúde e bem-estar. Técnicas como essas foram aplicadas no projeto do edifício residencial 143 Mayfair. Desde o partido arquitetônico, que integra os interiores com a natureza externa, até elementos biofílicos como as floreiras em todos os apartamentos e nas áreas comuns. Para ver mais sobre esse projeto clique aqui.


5. Construção Modular e Industrializada

Técnicas construtivas mais rápidas e eficientes ganharão espaço. A construção modular, onde partes do edifício são pré-fabricadas em fábricas e montadas no local, reduzirá o tempo de construção e os desperdícios. Além disso, a robótica e a impressão 3D também podem revolucionar a maneira como construímos.

Essas tendências podem variar de acordo com a região e as necessidades culturais, mas é fundamental pensar no futuro da arquitetura e como ela continuará a moldar nossas vidas e nos prepararmos para contemplar essas mudanças.

Por fim, tendências são formadas por comportamentos, mentalidade e visão de mundo, cosmo social e cultura, entre diversos outros fatores. Por isso a importância de, para muito além das técnicas e sistemas construtivos mais avançados, termos sobretudo uma visão holística do mundo, do ser humano e da tecnologia e de fato aplicá-la na concepção dos projetos.

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Arquitetura, Design

Aqui no CO STUDIO nós sabemos que, a cada ano, estamos imersos a novas tecnologias surgindo para facilitar todos os processos em diversas áreas de trabalho. E, sem surpresas, essas mudanças também chegaram aos espaços corporativos, que hoje apostam em inovação para facilitar rotinas, aproximar pessoas e apresentar serviços e produtos aos clientes. Entretanto, em diversas experiências com nossos clientes, descobrimos que a maioria das empresas hoje não possuem o conhecimento fundamental para instalar a tecnologia em suas rotinas diárias, o que acaba não agregando mais praticidade aos colaboradores, líderes e clientes.


Os avanços tecnológicos estão transformando permanentemente o mundo profissional, fazendo com que muitas empresas precisem renovar seus espaços físicos, não apenas na parte de inovações mas também em relação a conforto, criatividade e funcionalidade, com a ajuda do projeto de interiores corporativo. Entretanto, negócios que unem todos esses aspectos com as tecnologias emergentes conseguem um resultado positivo, seja na produtividade de atividades na esteira de trabalho, como em impressionar novos clientes.


Por este motivo, nós do CO STUDIO trouxemos este artigo para você ficar por dentro, entendendo seus benefícios, tendências e quais diretrizes seguir. Continue lendo!

Benefícios da tecnologia nos espaços corporativos

A integração de tecnologia nos espaços corporativos é um avanço que tem transformado a maneira como as empresas operam e como seus funcionários desempenham tarefas. Os benefícios dessa interação entre tecnologia e ambientes de trabalho vão muito além da mera conveniência, trazendo vantagens significativas para os negócios. 


Aumento da praticidade

A automação do espaço físico representa uma faceta essencial da tecnologia nos ambientes corporativos. Essa inovação visa não apenas à otimização de tarefas rotineiras, mas também à melhoria da gestão do próprio espaço de trabalho. 


Automatizar o ambiente físico resulta em eficiência operacional e produtividade aprimorada, pois as tarefas, processos e até mesmo a infraestrutura física podem ser controlados e otimizados de maneira mais inteligente e eficaz. É possível, por exemplo, ajustar automaticamente a iluminação e o controle de temperatura em resposta às necessidades específicas do ambiente e das pessoas presentes.

Melhoria na experiência do cliente

A tecnologia também aprimora a experiência dos colaboradores, parceiros e clientes. Por meio de soluções digitais, as empresas podem oferecer um atendimento mais personalizado e eficiente, fidelizando clientes e construindo relacionamentos mais sólidos. 


Um exemplo mais próximo deste benefício é o nosso projeto de interiores corporativo para a sede da FIESC em Florianópolis, com a realização de um laboratório de inovação para o Observatório da Indústria Catarinense, o D.Lab. Esse projeto serve como um local de troca de informações sobre a indústria da região, como um ambiente de acesso a dados inteligentes.


Flexibilidade no espaço de trabalho

A tecnologia transforma os espaços de trabalho a se tornarem mais flexíveis. Ao permitir que os funcionários acessem sistemas e documentos de qualquer local, ela viabiliza a opção de trabalho remoto e híbrido, possibilitando que no trabalho presencial as estações de trabalho no escritório sejam compartilhadas e utilizadas sob demanda, oferecendo um equilíbrio fundamental entre funcionalidade e praticidade.


Esta flexibilidade no ambiente de trabalho não apenas aumenta a comodidade para os colaboradores, mas também melhora a eficiência e a resiliência do escritório corporativo. Com a capacidade de adaptar o espaço físico para atender às necessidades individuais e até mesmo coletivas, os ambientes de trabalho modernos são mais versáteis e preparados para as demandas em constante mudança da força de trabalho atual.

 

Melhor eficiência energética

A tecnologia se torna uma aliada poderosa para a otimização do uso de energia nos escritórios. Através de sistemas de automação, o espaço físico é capaz de ajustar de forma inteligente alguns recursos, resultando não apenas em redução de custos operacionais, mas também em uma clara demonstração de compromisso com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental. 

 

Essa abordagem proporciona um ambiente de trabalho mais eficiente, o que é fundamental tanto para o equilíbrio financeiro quanto para o impacto ambiental do escritório corporativo. Com a automação, por exemplo, podemos controlar o movimento de persianas conforme a incidência solar, fazer a gestão da quantidade de luminárias acesas, captar energia de paineis fotovoltaicos e até controlar o nível de privacidade e iluminação que divisórias de vidro em salas de reunião podem ter.

 

Agora, após conhecer quais benefícios principais você pode agregar a sua empresa com a adição de um bom projeto de interiores corporativo, você precisa entender quais são as tendências para esses espaços. Continue lendo!


Tendências nos projetos de interiores nos espaços corporativos

À medida que as necessidades e expectativas das empresas e de seus funcionários continuam a evoluir, as tendências em projetos de interiores para espaços corporativos acompanham esse ritmo de mudança, principalmente quando relacionamos isso à tecnologia. Para 2023, algumas tendências promissoras estão moldando o futuro do design de interiores em ambientes de trabalho.

 

A integração de tecnologia avançada nos interiores corporativos está se tornando a norma. Isso inclui sistemas de automação de edifícios, conectividade de alta velocidade e a implementação de soluções para melhorar a eficiência operacional. A inserção de monitores de alta performance, assim como telas touch screen e interativas tomam conta dos espaços de trabalho. Telas com informações relevantes, powerBI, podem contribuir para um melhor desempenho e deixar todos os colaboradores atualizados. Sistema online de reserva de salas e espaços de trabalho.

 

Outra tendência de exemplo é relacionada ao design biofílico. A tecnologia está sendo usada para facilitar o uso e manutenção de elementos naturais nos ambientes corporativos. Sistemas de rega automatizada para plantas e iluminação LED que imita a luz natural são exemplos de como a tecnologia está contribuindo. Relacionado a isso, outras tecnologias, como sensores de ocupação, sistemas de controle de climatização inteligentes e iluminação LED de baixo consumo são usadas para otimizar o uso de recursos e reduzir o impacto ambiental nos espaços corporativos.

 

Essas e outras tendências específicas para cada tipo de empresa não são uma tarefa fácil. Existem diversos desafios para incluir a tecnologia nos espaços corporativos. Continue lendo e descubra quais são.

 

Desafios da tecnologia nos espaços corporativos

A crescente aplicação da tecnologia nos ambientes corporativos trouxe consigo uma série de desafios significativos que as empresas enfrentam ao introduzir novas soluções tecnológicas em seus espaços físicos. Esses desafios abrangem desde questões técnicas e financeiras até considerações relativas ao impacto nas operações e na experiência dos funcionários. 

 

A implementação de tecnologias em espaços corporativos muitas vezes requer investimentos. O desafio reside em equilibrar as expectativas com os recursos financeiros disponíveis e garantir que os benefícios da tecnologia justifiquem os custos. Além disso, a rápida evolução da tecnologia implica a necessidade de atualizações frequentes. Isso coloca um desafio constante para garantir que os sistemas permaneçam atualizados e relevantes, sem interromper as operações.

 

No espaço físico do escritório, é importante garantir no projeto de interiores que tecnologias sejam compatíveis entre si e que a manutenção seja eficiente e facilitada. A falta de padrões pode dificultar os processos, enquanto a manutenção inadequada pode levar a falhas inesperadas. 

 

Pode parecer difícil, mas não é um bicho de sete cabeças! Desde que você saiba delegar essas soluções para quem realmente sabe fazer. Por isso, é fundamental a ajuda de um profissional arquiteto, ou um escritório de criações como o CO STUDIO, para orientar todo o sistema de instalações de tecnologias no espaço da sua empresa.

 

Agora, se você está com interesse em instalar tecnologias no espaço físico da sua empresa, ou apenas requalificar o ambiente, é importante conhecer quais passos você deve tomar para assim decidir que está na hora acontecer. Continue lendo!

O que você precisa saber antes de implementar a tecnologia no espaço corporativo da sua empresa?


É preciso saber, antes de qualquer coisa, qual será a localização do espaço físico da sua empresa para essa nova etapa. É importante conhecer quantas pessoas você possui na equipe de trabalho e quais as suas necessidades, pois assim você decidirá se é preciso mudar de localização ou é possível permanecer a empresa onde está instalada.

 

Com essas informações iniciais coletadas e a decisão do espaço físico feita, você já pode seguir para a etapa seguinte, que é fundamental para o sucesso e a assertividade de todo esse projeto de interiores corporativo da sua empresa: a contratação de uma equipe de criação de projeto.

 

O espaço corporativo da sua empresa com uma tecnologia mais assertiva e funcional!


A tecnologia é a chave para criar ambientes de trabalho funcionais, que não apenas refletem a identidade e os valores de sua empresa, mas também impulsionam a produtividade e o bem-estar dos funcionários e clientes. Mas fazer tudo isso sozinho parece ser uma tarefa difícil, não é?

 

É aqui que nós, do CO STUDIO, entramos em cena. Nossos arquitetos e designers são especialistas em projetar e implementar soluções de espaço corporativo que inserem a tecnologia de maneira estratégica. Estamos prontos para ajudar sua empresa a dar o próximo passo em direção a um espaço corporativo mais eficaz e adaptável.

 

No CO STUDIO, reconhecemos a relevância desses projetos e estamos comprometidos em fornecer soluções personalizadas que atendam às necessidades exclusivas de cada organização.  Através de nossa experiência e criatividade, trabalhamos para criar ambientes que inspiram a produtividade, promovem a colaboração e refletem a identidade da empresa. 

 

Somos um estúdio criativo multidisciplinar com o objetivo de  elevar a cultura de empresas até o próximo nível, integrando estratégia, branding e arquitetura.. Então, nós podemos ajudar a sua empresa! 

 

Quer saber mais? Contate a gente para uma conversa! E é claro, não esqueça de conferir nossas outras matérias no blog. Até a próxima!

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Arquitetura, Design

Nós, do CO STUDIO, estamos imersos no desafio pós-pandemia e na nova era do trabalho, em diversas modalidades e necessidades. Com esses desafios e o trabalho home office, grandes empresas de tecnologia lideram um significativo movimento de retorno ao escritório físico. Neste contexto, entendemos que o mundo da arquitetura e do design de interiores encontra soluções funcionais, eficientes e atraentes para organizações e empresas de diversos ramos do mercado. Esses interiores corporativos precisam ser cada vez mais eficientes e criativos na nossa percepção, pois um espaço com essas características alcança diversas benefícios para o dia a dia dentro desse ambiente. Frisamos também que esse desafio acontece para assim contribuir na produtividade, na cultura corporativa e no bem-estar principalmente dos funcionários e colaboradores de uma organização.


Complementando, os dados recentes mostram que mais da metade dos trabalhadores estão insatisfeitos com o emprego. E diante de tantas causas que podem envolver demandas, cargos e salários, o espaço físico com certeza é um desses problemas enfrentados. Por isso, empresas que buscam uma melhor satisfação de seus funcionários e colaboradores estão cada vez mais recorrendo a serviços cada vez mais qualificados e assertivos para seus espaços de trabalho, como é o caso dos projetos de interiores corporativos.


Mas então, você sabe o que são e como funcionam os projetos de interiores corporativos? Neste texto, você descobrirá com a gente agora. Continue lendo!


O que são Interiores Corporativos? 

Primeiramente, os Interiores Corporativos são ambientes estrategicamente planejados para impulsionar a criatividade, a colaboração e o desempenho dos profissionais. Esses projetos precisam representar a cultura, onde o design e arquitetura se une à funcionalidade para criar espaços que abracem as necessidades do negócio. Ainda mais quando, após a normalização da pandemia e do isolamento social, muitas empresas estão à procura de imóveis corporativos para adaptar seus espaços funcionais e tecnológicos.


Com isso, salas de reunião inovadoras, espaços de convivência e ambientes flexíveis são projetados para atender o que a empresa precisa, adequando-se às mudanças com o tempo. Como crescimento da equipe, atualização da cultura da empresa e modalidade de trabalho (presencial, híbrido, remoto). Além disso, a integração de tecnologia e a atenção ao design contribuem para a construção de locais de trabalho que são eficientes e que representam um ótimo investimento para todos os colaboradores.


Mas como de fato funciona um projeto de interiores corporativo? Continue lendo!


Como funcionam os projetos de Interiores Corporativos? 

1. Início do projeto


Primeiramente, o ponto de partida para um projeto de interiores corporativo é a compreensão profunda das necessidades da sua empresa. Isso envolve reuniões com os responsáveis e diretores da empresa para discutir objetivos, cultura organizacional, número de funcionários, necessidades de espaço, orçamento e prazos. Por isso, é crucial estabelecer uma visão clara para o projeto nesta fase, a fim de definir as bases para todo o trabalho. Após essa análise inicial de necessidades, é recomendada a contratação de uma empresa especializada em projetos de design de interiores corporativos, que irá transformar essas necessidades em um projeto. 

 

O profissional ou empresa contratada irá na primeira fase do projeto aprofundar melhor as necessidades e problemas trazidos por você e pela sua empresa. Com seu conhecimento técnico, irá documentar todos os requisitos: é o famoso briefing. Aqui no CO STUDIO, nós possuímos algumas ferramentas e metodologias desenvolvidas para a  coleta de briefing. Exemplos disso são questionários com perguntas envolvendo noções básicas de necessidade, aspectos técnicos, percepções e expectativas; workshops e  brainstorms com colaboradores e líderes da empresa, dentre outros. Essa união de metodologias ajuda na coleta mais assertiva, trazendo novas perspectivas e dando margem para registrarmos necessidades que uma só ferramenta não nos entregaria. 


2. Desenvolvimento do projeto

Continuando, após a coleta de informações, a equipe de projeto começa a realizar levantamentos e conceituações. Isso inclui a visita, medição do espaço, o levantamento de necessidades, a identificação de áreas de trabalho, salas de reunião, espaços de convivência e outros elementos. Acima de tudo, é importante que os profissionais contratados façam uma imersão no DNA da empresa, estudando o modelo, o branding e a cultura de seu negócio.

O equilíbrio entre a estética e a funcionalidade é cuidadosamente ponderado, criando um conceito que represente a identidade da empresa e promova o bem-estar dos funcionários. Indica-se que a empresa contratada possua no seu corpo de equipe profissionais com conhecimento não só em design de interiores, mas também de design gráfico, arquitetura e engenharia –
quanto mais multidisciplinar melhor.

 

Você sabe mais sobre como criar ambientes inovadores dentro da sua empresa? Nós temos um artigo com informações bem interessantes desse processo de criação. Clique aqui e confira!

 

2. Finalização do projeto

 

E, uma vez que os desenhos estejam concluídos e aprovados, o projeto passa por uma fase de finalização. Os detalhes finais são cuidadosamente revisados conforme o projeto executivo, para assim começar as obras e instalações. Por fim, encerra-se o projeto em sua última etapa chamada de Projeto Executivo. É neste momento onde todos os desenhos técnicos são produzidos para os fornecedores poderem orçar os produtos especificados no projeto. E, consequentemente, a mão de obra tira a ideia do papel e constrói o projeto no local desejado. Consequentemente, os projetos servirão não só para o orçamento total da obra, mas para a equipe de obra poder executar tudo conforme o que os designers desenharam.

Por isso, na hora de contratar uma empresa de interiores, verifique se ela trabalha somente com projeto ou se também cuida d gerenciamento de obra. Neste caso, a segunda opção é mais indicada e é como fazemos no CO STUDIO. Afinal, com somente uma empresa você coordena todas as etapas da reforma, indo do projeto até a entrega das chaves prontas para você e seus colegas começarem a trabalhar.

 

O espaço de trabalho da sua empresa mais funcional, atrativa e eficiente


Concluindo, a importância de um projeto de interiores corporativos é crucial para o sucesso de uma empresa. Afinal, busca na estética e funcionalidade pontos que vão além da eficiência, a cultura e o bem-estar dentro de uma empresa. Invista em um projeto de interiores corporativos bem planejado para dar um passo significativo em direção à satisfação dos funcionários. Consequentemente, torna-se um ativo valioso para qualquer empresa que busca o melhor em suas operações. 

 

No CO STUDIO, nosso escritório criativo, reconhecemos a relevância desses projetos e estamos comprometidos em fornecer soluções personalizadas que atendam às necessidades exclusivas de cada organização.  Afinal, através de nossa experiência e criatividade, trabalhamos para criar ambientes que inspiram, promovem a colaboração e refletem a identidade da empresa. 

 

Somos um estúdio criativo multidisciplinar com o objetivo de elevar a cultura de empresas até o próximo nível. Com o propósito de integrar estratégia, branding e arquitetura. Então, nós podemos ajudar a sua empresa! 


Quer saber mais? Contate a gente para uma conversa! Por fim, não esqueça de conferir nossas outras matérias no blog. Até a próxima!

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Arquitetura

Nós, do CO STUDIO, sabemos o quanto uma boa imagem pode falar mais do que mil palavras. É nos esquemas, nos fluxos e nas imagens mais fiéis possíveis com a realidade de um projeto é que fazem com que o resultado para as próximas etapas sejam mais assertivas. Entretanto, nem sempre uma imagem hiper realista pode ser o melhor a se fazer.


Sendo assim, a representação gráfica é a forma que as áreas do desenho, como design e principalmente arquitetura, se comunicam, tirando tudo aquilo que pensamos e criamos de uma forma mais clara universalmente. E é onde nós encontramos a nossa identidade visual e a exteriorizamos ela para o mundo.


Mas, muito além disso, você sabe tudo sobre representação gráfica na arquitetura e por que é importante? Principalmente em um contexto atual, é interessante entender o que está acontecendo de movimentos de representação e qual caminho nós, do CO STUDIO, achamos interessante ficar de olhos abertos. Então, vamos te ensinar direitinho neste artigo! Continue lendo!


O que é a representação gráfica?


A arquitetura é uma profissão multidisciplinar que exige o conhecimento e exercício de uma infinidade de assuntos, dominar diversas técnicas e ferramentas, e, principalmente, se aventurar na imensidão do mar que ela oferece a seus estudiosos e entusiastas. Nela, utilizamos técnicas de desenho para documentar e garantir que uma ideia se concretize com fidelidade, ou para testar as infinitas possibilidades que o espaço oferece.


 É através do desenho que conseguimos passar nossas idealizações adiante. A representação gráfica nada mais é do que a expressão visual de um projeto, um conceito, uma simples ideia. Representação gráfica é comunicação.



Qual o papel da representação gráfica na arquitetura?


Essa ferramenta que vem acompanhando o arquiteto no processo projetual foi submetida a diversas mudanças ao longo do tempo, especialmente com o advento da Era Digital. Atualmente, nas mídias digitais – Instagram, Behance, Pinterest –, o estilo de representação arquitetônica predominante é o hiper-realismo, que constantemente nos faz questionar “isso é uma fotografia ou um render?”. 

É evidente que arquitetos e designers estão cada vez mais próximos de eliminar completamente a barreira que discerne a ideia da realidade, e essa técnica é muito eficaz no seu objetivo: ela comunica claramente a ideia a ser transmitida. Mas será que esta seria a melhor – e única – maneira de representar e apresentar nossos projetos para o mundo?

O propósito do CO STUDIO é criar experiências significativas para pessoas e empresas. Por isso, escolher a técnica a ser empregada na representação de projetos de arquitetura é essencial para transmitir todo o cuidado e os sentimentos que agregamos aos nossos projetos. 

Com essa preocupação em mente, estamos iniciando uma fase de estudos a respeito das diferentes representações gráficas que ressoem com a cultura da equipe e que possam oferecer a melhor experiência para quem visualiza o projeto.


E por que uma identidade visual é importante?


Em um mundo de hiper-realismo, existe um outro olhar para representar a realidade: o lúdico. Nós desejamos criar imagens que despertem sentimentos e que conectem com as histórias dos observadores, a fim de possibilitar um maior interesse e entusiasmo no entendimento dos projetos.


Mas, muito além desses aspectos, uma identidade visual que seja alinhada aos princípios e valores torna tudo o que criamos muito mais fidedigno e importante. É na identidade visual dessas imagens que somos reconhecidos e que podemos por nossa criatividade e personalidade para a representação gráfica. 

A importância de uma identidade visual vai além de se posicionar como artista e criador, mas sim de contar uma história e de passar sentimentos para quem está observando a sua criação. Então, que tal se arriscar em produzir imagens que vão além do que se vê? 



Julia Borba e sua experiência em Representação Gráfica

Aqui dentro do nosso escritório, nós incentivamos o aprendizado constante e o desenvolvimento pessoal de cada um dos nossos colaboradores. E queremos compartilhar a experiência da Julia Borba, que faz parte do nosso time de Arquitetura, em relação a este tema do artigo. 

A Julia nos contou que, ao longo do aprendizado feito em um curso online de representação gráfica da arquitetura, aprendeu a utilizar um método de representação “não-convencional”, fugindo dos estilos hiper-realistas que estamos acostumados a ver no ramo de interiores. 

“Eu achei muito legal, e mudou bastante a minha opinião sobre arquitetura e redes sociais. O conteúdo que eles passaram foi bem interessante, e acho que super se encaixa com o ideal que busco, que é trazer maneiras diferentes de criar e compartilhar conhecimentos, sempre focando nas pessoas que recebem os projetos e em todos os aspectos humanizados da arquitetura”, contou a estudante de Arquitetura e Urbanismo pela UFSC.

Para servir de objeto de estudo para este curso, a Julia utilizou um dos nossos projetos de interiores, o Apartamento Igor e Katia, que já publicamos aqui no nosso blog um pouco a respeito dele. Enquadramentos, posições de câmera, iluminação, escalas humanas e outros aspectos foram utilizados para um resultado de imagens muito interessantes, principalmente no quesito “contar uma história”. É um belo exemplo de como podemos ter uma boa representação gráfica na arquitetura, fugindo do hiper-realismo.


Vamos COCRIAR?


Agora que você já sabe um pouco mais sobre representação gráfica na arquitetura e por que é importante, você já pode começar a exercer mais esses cuidados, entendendo qual história você quer contar e como quer representar as suas imagens. 


O CO STUDIO é um escritório de criações compartilhadas que agregam valores às empresas e pessoas, gerando resultados extraordinários, através da cocriação entre design, arquitetura e marketing digital. Nós podemos te ajudar! 


Quer saber mais? Contate a gente para uma conversa! E é claro, não esqueça de nos seguir nas redes sociais (@costudio.art) e de conferir nossas outras matérias no blog. Até a próxima!

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