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Notícias

A discussão entre modelo remoto e presencial ganhou força nos últimos anos, com defensores de ambos os lados. Os que valorizam a troca no café do meio da tarde e os que não abrem mão das manhãs mais tranquilas, sem o trânsito do deslocamento.


Fato é que, diante de tantas mudanças mundiais, pela primeira vez muita gente pôde experimentar essas duas dinâmicas de trabalho. 


No CO STUDIO, por exemplo, há 8 anos o trabalho se estrutura a partir de um formato próprio que mescla o melhor dos dois mundos: o híbrido. E é sobre isso que iremos falar hoje!


 

Estrutura antes de ferramenta


Primeiro de tudo: tire da cabeça qualquer ideia fixa do que é melhor.

Se tem algo que aprendemos ao longo dos anos, é que não existe receita perfeita, apenas o que funciona para cada organização.


É normal associar o trabalho criativo a mesas compartilhadas e quadros na parede, e nós amamos esses momentos! Mas entendemos que não é a única forma possível de tocar um escritório criativo no dia a dia, garantindo um bom equilíbrio entre o trabalho e as demais áreas da vida.


Mas, claro, sustentar esse modelo exige método (e muito!). Tudo precisa ser organizado de forma que qualquer pessoa consiga entender o que está acontecendo, mesmo não estando juntas presencialmente.


Por isso, a operação do CO se apoia em alguns pilares bem definidos:


  • Centralização de informações: tarefas, prazos, e históricos ficam registrados.
  • Comunicação assíncrona e contínua: rotina de reuniões fixas e canais específicos.
  • Documentação como parte do processo: decisões são sempre anotadas e fazem parte do fluxo de trabalho.

 

Ritmo de trabalho

 


Nosso modelo é majoritariamente remoto, com pelo menos um encontro presencial por mês.


Sem a presença física constante, o ritmo depende de combinados claros e de um alto nível de responsabilidade individual, o que chamamos de modelo horizontal.


Cada pessoa possui suas entregas e responsabilidades, acompanhadas por meio de checkpoints, revisões estruturadas e expectativas alinhadas desde o início, o que reduz urgências desnecessárias e mantém o fluxo estável.


Dessa forma, os encontros presenciais passam a intensificar discussões estratégicas, alinhar visões e potencializar trocas que ganham força no contato direto, como as reuniões de brainstorming e as interações informais, como os happy hours, que fortalecem a conexão da equipe.


 

O que esse modelo entrega


Ao longo do tempo, alguns efeitos se tornaram evidentes:


  • Maior concentração nas etapas de desenvolvimento, com menos interrupções ao longo do dia.
  • Autonomia real do time, sustentada por clareza de escopo e responsabilidade compartilhada.
  • Histórico consistente dos projetos, que facilita revisões e decisões futuras.
  • Flexibilidade na organização do trabalho, sem comprometer a qualidade das entregas.

Mas claro, esse formato também expõe fragilidades com mais rapidez. A comunicação precisa ser intencional. Mensagens vagas, instruções incompletas ou decisões pouco registradas geram retrabalho com facilidade.

 

Outro ponto MUITO importante:

 

A ausência de convivência diária pode reduzir a percepção do outro. Sem atenção, as interações passam a girar apenas em torno de tarefas e mais tarefas. Por isso, a cultura da empresa precisa ser ativa e presente no dia a dia do time.


 

Ferramentas que sustentam esse modelo


E para que tudo isso funcione na prática, contamos com um ecossistema de ferramentas que apoiam essa organização:


  • Discord: comunicação interna e dos projetos, com registro e centralização das informações.
  • ClickUp: organização do cronograma e gestão das tarefas no dia a dia.
  • Google Drive: documentação e reunião de materiais.
  • WhatsApp: comunicação rápida ou externa, com clientes e fornecedores.

No fim, o que sustenta o modelo não é o lugar onde o trabalho acontece, mas a forma como ele é estruturado.


E agora, você ainda acredita que existe um modelo padrão ideal? Compartilhe com a gente suas percepções!


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Notícias
Texto escrito por Beatriz Testoni, originalmente publicado neste link.

Sinergia. Essa é a palavra que sintetiza tanto a relação entre os profissionais de arquitetura, design e marketing que trabalham no CO STUDIO, quanto a qualidade dos projetos e as criações que saem do escritório e são entregues para os clientes.

Idealizado pelos arquitetos Lucas Passold e Felipe Rizzon, o estúdio de criações compartilhadas nasceu inicialmente com o intuito de resolver um grande problema dos escritórios de arquitetura: a falta de comunicação e interação com outros profissionais. Um projeto de arquitetura não envolve apenas a criação do arquiteto para ser concretizado. Ele precisa desenvolver uma relação também com engenheiros, mestres de obra, marceneiros, designers e outros profissionais que irão executar e auxiliar na materialização do projeto. Infelizmente, esses profissionais mal se conhecem, muitas vezes não tem experiência de trabalho juntos, e pouco se comunicam para acertar os detalhes finais para que o trabalho saia dentro do esperado. O resultado disso geralmente são erros de projeto, alto custo na obra, tempo perdido e reuniões desnecessárias que afetam a qualidade dos serviços de todos os envolvidos.

Assim, o CO STUDIO surgiu da ideia de integração, começando pelo processo de projeto até a finalização de uma obra. Com pouco mais de um mês de ideia formada, o escritório foi selecionado em segundo lugar para o edital de pré-incubação do Cocreation Lab, projeto do Centro Sapiens em Florianópolis. Ali, os arquitetos expandiram mais suas ideias, transformando-as em um estúdio modelo. Perceberam que muitas empresas estão buscando por serviços mais compactos e integrados, e decidiram ampliar o seu campo de criação também para o mundo do design e do marketing.

“No momento em que começamos a trabalhar diretamente com designers e gerentes de marketing, nosso campo de capacidades e habilidades se ampliou”, conta o arquiteto Lucas Passold. “O arquiteto é por essência um profissional multidisciplinar, ele precisa entender um pouco de muita coisa e, quando ele se aproxima e tem contato direto diário com especialistas, cria-se uma relação mútua e benéfica para os dois lados. Nós aprendemos muito com os designers e vice-versa. Estamos todos lidando com arte, composição, formas, estética… e quando há uma troca entre nós, sempre acontece algo muito bom. Chamamos esses momentos de sinergéticos aqui no escritório. É quando uma ideia complementa a outra, e elas vão se transformando até se tornarem algo incrível. E quem ganha com tudo isso são os nossos clientes: em maior agilidade na entrega, melhor comunicação, menos reuniões, menor custo e é claro, na melhora da qualidade do projeto.”

Após o estabelecimento da equipe multidisciplinar, o estúdio passou a focar os seus projetos para o desenvolvimento de empresas. Com metodologias integradas entre as áreas de design, arquitetura e marketing, o CO STUDIO é capaz de captar o DNA das empresas e transformá-los em produtos nos mais diversos meios visuais possíveis. Isso significa captar a essência da ideia de um cliente e criar desde a marca da empresa, suas impressões gráficas, projetar os espaços de trabalho, criar a arquitetura em que irá receber seus clientes e até uma campanha de divulgação que atinja em cheio os usuários finais.

Após cerca de um ano de testes, projetos, criações de parcerias e com o auxílio de dois mentores, o CO STUDIO finalmente irá começar seu caminho pelo mercado da economia criativa. Os sócios acabam de lançar a empresa oficialmente e, no seu site, é possível navegar por um portfólio de dar inveja, com trabalhos de branding, casas, design de interiores, e principalmente projetos de escritórios, comércios e empresas.

O sonho da equipe multidisciplinar, que hoje tem uma rotina de trabalho dinâmica entre dois coworkings diferentes, é em um futuro breve criar um espaço de trabalho próprio que permita mais interação e cocriação interna entre os próprios funcionários, seus parceiros e o público em geral. “Hoje se fala muito em inovação e cocriação, estão sendo criados muitos coworkings e incubadoras, mas nós observamos que há pouca interação real entre os empresários que trabalham nesses espaços. Pela nossa experiência, queremos trazer pessoas para a equipe que se identificam com nossos ideais e que queiram chegar no mesmo objetivo de compartilhamento e crescimento pessoal e profissional que nós temos. É preciso metologia para isso e é preciso que existam pessoas que possam guiar e facilitar essa cocriação, e isso já temos em nosso DNA”, afirma Rizzon. É com esse ânimo, com um espaço que possibilite essas trocas diretas, e com uma metodologia multidisciplinar, que o escritório acredita poder contribuir com suas competências e criações no desenvolvimento da cidade. “Queremos crescer no sentindo de contribuir com todas as pessoas e com a cidade, e assim evoluir de pequenos trabalhos para grandes projetos de espaços públicos, parques, habitações sociais, eventos regionais e assim por diante. É preciso ter muitas cabeças em sintonia para essas tarefas, e isso nós já estamos buscando”, afirmam os sócios e melhores amigos.

De fato, ao conhecer a equipe do CO STUDIO, nota-se que a cocriação não só gera bons projetos mas também boas amizades e uma relação harmônica entre os envolvidos que nos dão vontade de, ou fazer parte da equipe, ou contratá-los para algum trabalho. Se você ficou curioso para saber mais o que essa equipe faz e até onde ela capaz de chegar, confira abaixo as imagens de alguns de seus primeiros projetos ou confira no site https://costudio.art.br.

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