Your address will show here +12 34 56 78
Arquitetura, Uncategorized

Existem ambientes onde as dúvidas surgem imediatamente, seja pelo excesso de informação, seja pela dificuldade de leitura do espaço.

 

Por exemplo: “Será que é por aqui?” “Qual elevador eu posso usar?” “Onde fica o banheiro?”

 

O curioso é que isso nem sempre está ligado à falta de placas. Ou seja, muitos ambientes estão repletos de sinalização e, ainda assim, continuam difíceis de entender.

 

Nesse contexto, entra o tema de hoje! Como o wayfinding contribui para garantir a melhor experiência do usuário em um lugar. 

 

De onde surgiu o termo?

 

O conceito de wayfinding começou a ganhar força em 1960, quando o urbanista Kevin Lynch utilizou o termo “way-finding” no livro The Image of the City. Na obra, Lynch estudava como as pessoas criavam mapas mentais das cidades a partir de elementos como caminhos, limites, bairros, marcos e pontos nodais.

 

A partir dessa análise, a pergunta central era simples: “por que alguns lugares parecem intuitivos enquanto outros causam confusão?”

 

Posteriormente, o pesquisador Romedi Passini aprofundou o tema ao relacionar o wayfinding diretamente à arquitetura e à experiência espacial. Em 1992, junto de Paul Arthur, publicou o livro Wayfinding: People, Signs and Architecture, considerado até hoje uma das principais referências sobre o assunto.

 

Dessa forma, o conceito passou a integrar áreas como arquitetura, urbanismo, design gráfico, branding, psicologia ambiental e experiência do usuário.

 

O espaço comunica antes mesmo da sinalização

 

Na prática, hoje em dia sabemos que antes de procurar uma seta, o cérebro já interpreta largura de circulação, incidência de luz, pontos focais, entradas, aberturas, texturas e direção de fluxo.

 

Dessa forma, toda a relação entre arquitetura e comportamento influencia diretamente a forma como as pessoas se orientam.

 

Por isso, ambientes bem resolvidos espacialmente começam a ser organizados desde a implantação. 

 

O projeto Sicredi

 

Como no caso do projeto CO STUDIO desenvolvido para a Sicredi. 

Nesse contexto, o wayfinding foi incorporado desde as primeiras definições espaciais, organizando a experiência de circulação dentro de um programa corporativo com múltiplos acessos, diferentes setores de atendimento e fluxos simultâneos de colaboradores e visitantes.

 

Para isso, a estratégia partiu da leitura dos percursos mais utilizados no dia a dia. Ambientes de recepção, espera, circulação vertical e áreas de permanência foram pensados para criar sequências espaciais mais claras, reduzindo rupturas na navegação e diminuindo a dependência de instruções constantes.

 

Além disso, a hierarquia das informações também foi trabalhada em diferentes escalas. Desde elementos arquitetônicos que ajudam na leitura do espaço até a aplicação da comunicação visual nos pontos de decisão, cada camada foi organizada para orientar o usuário sem gerar excesso de estímulos visuais.

 

Da mesma forma, a materialidade teve papel importante nesse processo. Mudanças sutis de textura, iluminação e acabamento ajudaram a identificar setores e delimitar usos dentro do edifício, criando referências perceptíveis ao longo da circulação.

 

Assim como, outro ponto importante foi a integração entre sinalização e identidade institucional. Sob essa perspectiva, o sistema gráfico foi desenvolvido para dialogar com a linguagem arquitetônica da sede, mantendo coerência visual entre marca, espaço e experiência de uso.

 

Algumas perguntas para entender se o projeto está no caminho certo

 

Hoje convivemos com programas híbridos, grandes fluxos, experiências físicas e digitais integradas e ambientes que precisam funcionar para públicos diversos, como o projeto da SICREDI.

 

Ao mesmo tempo, as pessoas estão mais cansadas visualmente e menos dispostas a gastar energia tentando interpretar lugares confusos.

 

Por isso é tão importante entender se o projeto está realmente contribuindo para a experiência do usuário. Pensando em te ajudar durante este processo, separamos algumas perguntas!

 

Acessibilidade

 

  • As informações estão distribuídas em diferentes formatos de leitura?
  • Os pontos de decisão possuem comunicação clara e visível?
  • Pessoas com baixa visão ou cegas conseguem se guiar pelo espaço?

Autonomia

 

  • O percurso transmite segurança durante o deslocamento?
  • Uma pessoa consegue compreender os percursos sem depender de ajuda constante?


Orientação

 

  • Existe hierarquia clara entre fluxos públicos, internos e técnicos?
  • As mudanças de setor são perceptíveis durante o percurso?


Percepção de marca

 

  • Existe coerência entre arquitetura, interiores e comunicação visual?
  • O ambiente transmite a identidade institucional de forma consistente?


Conforto espacial

 

  • A iluminação contribui para a leitura dos espaços?
  • O ambiente reduz sensação de sobrecarga e desorientação?


Eficiência operacional

 

  • Os fluxos funcionam bem em horários de maior movimento?
  • Visitantes e colaboradores conseguem acessar setores sem conflitos?


Permanência no ambiente

 

  • O espaço convida as pessoas a permanecerem nele?
  • A navegação influencia positivamente a relação das pessoas com o lugar?

A partir dessas reflexões, vale olhar com honestidade para o seu empreendimentoe questionar cada ponto! Temos certeza que os usuários terão uma experiência ainda melhor depois disso. 

 

Para mais conteúdos sobre estratégias espaciais continue nos acompanhando através dos canais abaixo 🙂

 

📲Whatsapp +55 (48) 99144-8119

💻 Instagram @costudio.br

💼 LinkedIn @costudio-art

0

Arquitetura

Você já entrou em um edifício procurando um setor ou um atendimento específico e, sem perceber, soube exatamente para onde ir? Isso é a sinalização e a comunicação funcionando bem.

 

Assim, a comunicação visual é o primeiro contato entre as pessoas e o espaço. Antes mesmo de ler uma placa, o olhar busca referências, cores, ícones, fluxos. E quando tudo está no lugar certo, o percurso se torna intuitivo e agradável.

 

Entrar em um edifício seja corporativo, residencial, hospitalar ou comercial é, antes de tudo, uma experiência e toda experiência depende da clareza com que o espaço se comunica para orientar e reforçar a identidade de quem ocupa o espaço. Afinal, não se trata apenas de indicar caminhos, mas de projetar uma linguagem visual que traduza a essência do lugar.

 

Comunicação visual e sinalização

 

Entretanto, a comunicação visual e a sinalização não são sinônimos e cada uma cumpre um papel específico dentro do espaço.

 

Comunicação visual


Refere-se ao conjunto de elementos gráficos que expressam a identidade de um ambiente. Cores, tipografia, ícones e materiais formam um sistema que traduz conceitos e reforça a marca.

 

Em edifícios, pode aparecer em murais, números, letreiros, painéis e até em pequenos detalhes que orientam o olhar e criam coerência estética.

 

Sinalização

É o sistema que organiza e orienta a circulação das pessoas. Envolve o posicionamento das informações, a hierarquia visual e a clareza das mensagens.

 

Cada elemento tem a função de responder perguntas fundamentais: onde estou, para onde devo ir e como chego até lá?

 

Um bom sistema de sinalização mantém a fluidez dos percursos, reduz ruídos visuais e contribui para uma experiência mais intuitiva.

 

Quando o design da comunicação visual e a sinalização atuam de forma integrada à arquitetura desde o início, o resultado é uma experiência completa: o usuário se orienta com facilidade e percebe, em cada detalhe, a identidade do espaço.

 

Como pensar um bom projeto de sinalização

 

Em síntese, um projeto de sinalização bem desenvolvido equilibra 3 pontos principais: legibilidade, estética e propósito e deve:

 

  • Guiar fluxos com lógica e clareza;
  • Refletir a identidade da marca ou instituição;
  • Dialogar com a arquitetura, valorizando materiais, texturas e iluminação;
  • Garantir acessibilidade, respeitando normas e conforto visual;
  • Criar unidade, reforçando a percepção de ordem e cuidado.

Por exemplo:
Em edifícios residenciais, a sinalização cria proximidade, em corporativos, a sinalização pode falar sobre profissionalismo; em espaços educacionais, sobre acolhimento e orientação e em ambientes hospitalares, sobre tranquilidade e confiança. Já reparou como em maternidades as cores são mais claras e os traços mesmo que objetivos são mais lúdicos? É isso!

 

Portanto, lembre-se: cada contexto exige um olhar de design específico e isto diferencia um sistema genérico de um projeto de comunicação visual inteligente.

 

A essência CO STUDIO

 

No CO STUDIO, cada projeto nasce da cocriação, ou seja, antes de desenhar, escutamos e, antes de propor, entendemos. Nosso processo é colaborativo e começa nas etapas iniciais de viabilidade, evoluindo até a definição da comunicação visual e da sinalização do espaço.

 

Assim, essa abordagem integrada garante que arquitetura, design e informação falem a mesma língua, formando um conjunto coerente, funcional e cheio de identidade.

Portanto, em cada projeto, buscamos:

  • Criar sistemas visuais personalizados, alinhados à marca e à arquitetura;
  • Integrar a comunicação aos materiais, texturas e acabamentos;
  • Coordenar fornecedores e execução de forma técnica e estética;
Entregar consistência visual e funcional em todo o edifício.


Dessa forma, os resultados falam por si só. Espaços que orientam, acolhem e traduzem a essência de quem os ocupa. Ficou curioso? Confira nossos projetos e veja isso na prática!


👉 Quer que seu espaço comunique com clareza, identidade e propósito? Entre em contato e descubra como podemos ajudar!


📲 Instagram
@costudio.br | +55 (48) 99144-8119

💼 LinkedIn @costudio-art

0

Design
Estamos procurando por um chefe para compor nosso time de chefes.

Somos um estúdio multidisciplinar focado nas interseções entre design, arquitetura e marketing digital, procurando sempre expandir nossa imaginação para outros temas conforme cada projeto, através do compartilhamento e da cocriação.

Na verdade, não queremos mentir. Não existem chefes aqui. Somos uma pequena equipe de profissionais de diferentes áreas que trabalha colaborativamente para transformar grandes ideias em poderosas experiências visuais pelo simples fato de amar o que fazemos.

Nós nos esforçamos para combinar as habilidades de cada membro da equipe para obter resultados cada vez mais completos para nossos clientes. Somos capazes de captar a essência das empresas, traduzindo seu DNA para os mais diversos meios visuais a fim de provar que uma experiência criativa de design é efetiva e essencial para o crescimento de um negócio.

Aqui você terá a oportunidade de:

– Trabalhar, ensinar e aprender com uma equipe de personalidades e experiências diversas.
– Participar de projetos que abrangem áreas além do design como arquitetura, marketing e desenho urbano.
Flexibilizar sua carga horária conforme sua rotina e demanda de projetos para que possamos sempre cocriar juntos.
– Assistir palestras, participar de workshops e dinâmicas gratuitos sobre Inovação, Economia Criativa, Marketing e Empreendedorismo, na pré incubadora Cocreation Lab.
– Trabalhar no Centro de Florianópolis, tendo acesso facilitado pelo transporte público, proximidade com diversos serviços, restaurantes e aquele barzinho amigo no final do expediente com a galera.
Trabalhar dentro de um museu e assistir exposições, shows e lançamentos a qualquer momento, no estilo “Uma Noite no Museu”.
Fazer networking direto com empreendedores criativos de outras empresas locais.
– Trabalhar de chinelo.
– Ganhar uma camiseta do time e ter seu próprio cartão de visitas.
– Open bar de café e impressora 3D.
– Remuneração conforme o número de projetos.

No momento, queremos trazer a experiência de mais um DESIGNER para a equipe. Você acha que se encaixa em nosso perfil? Adoramos pessoas criativas e dispostas a colaborar com seus colegas, sem ter medo de errar. Se trabalharmos juntos, você estará sujeito a todos os tipos de trabalho que se interessar, sendo que no momento terá mais contato com Sinalização (placas para edifícios), Branding e Mídias Digitais de nossos clientes. 

Já que você não terá chefe, terá que possuir algumas habilidades “autogerenciáveis”. Então, esperamos de você:

– Comprometimento com seus projetos.
– Gestão do seu tempo e dos projetos que participa.
– Orçamentação de projetos.
– Reunião e contato direto com clientes e fornecedores.
– Montagem de cronograma e planejamento dos projetos.
– Cocriação e interação com a equipe.
– Prospectar clientes quando possível.

Não se preocupe, mesmo que alguns desses itens não façam parte da sua experiência, teremos um grupo de pessoas ao seu redor para lhe ajudar quando for preciso. Afinal, queremos compartilhar com o mundo o que compartilhamos entre nós.

Aguardamos o seu portfólio lá na nossa caixa de email: contato@costudio.art.br.
0